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27/10/17 12:14:35

O caminho do pensamento

Peregrinação a Santiago de Compostela

EL CAMINO FRANCES - RONCEVALLES

Trechos do livro:

INTRODUÇÃO

Mais importante que o máximo é o suficiente.

“O caminho de Santiago foi, durante séculos, um caminho de conversão e de extraordinário testemunho de fé” (Papa João Paulo II aos jovens, em 1989).

(...)

E, pensar em Deus é buscar a sabedoria, presente em toda a obra da criação, o universo, a natureza, tão perfeita que parece simples, cândida, frágil, por ser harmônica e gratuita, mas que encerra todo o conhecimento, toda a ciência, é o que existe de mais perfeito para o homem, pois nela há justiça e paz; é o enlevo do peregrino reintegrado na obra do Criador, imerso na bruma da fria manhã, no sussurrar do suave mover das águas dos regatos, no mavioso canto do passaredo, imperturbável com o farfalhar das folhas do outono que formam o imenso e belo tapete amarelo-avermelhado sobre o qual pisam as botas peregrinas.
Peregrinar rumo a Santiago de Compostela é viver a suficiência de mais um dia a cada dia, quase sem nada a mais do que o pensamento... em Deus.

(...)

AS ETAPAS
De passo em passo se faz o caminho

Preliminares

Tomar conhecimento do Caminho – por reportagens nos meios de comunicação, livros a respeito do assunto, relato de alguém que já o fez ou até publicidade de agências de turismo – é o seu primeiro passo. A idéia vai amadurecendo, às vezes leva anos até que se chegue ao planejamento da peregrinação. Sim, é necessário planejar: quanto tempo?, o que é necessário? quanto custa?, que época fazê-lo?, sozinho(a) ou acompanhado(a)? desde onde?

(...)

Belorado

Dia 23/11/2202, sábado: 9ª etapa, 22,4 km, difícil.
O dia amanheceu chovendo, e eles se atrasaram em sair do albergue, esperando que o tempo melhorasse um pouco. Por conta desse atraso, foram expulsos dali pelo hospitaleiro, que se mostrou impaciente e grosseiro. Quando saíram, a chuva havia diminuído de intensidade e conseguiram fotografar a catedral com sua bela torre. O céu se abriu por alguns instantes e o sol apareceu, mas o tempo piorou adiante, justamente quando estavam chegando em Grañon. A chuva caiu forte e tiveram que se abrigar no refúgio dessa cidadezinha, onde foram muito bem recebidos pelo pároco-hospitaleiro e por um peregrino que ali estava preparando o almoço. Fizeram um lanche, comendo biscoitos e tomando café com leite oferecido a eles. Esperaram o tempo melhorar, e quando saíram ainda chovia um pouco, mas o sol saiu de novo quando já estavam no caminho. Porém, novamente voltou a chover, e a chuva, o vento e a lama tornaram o restante da etapa muito cansativa. Finalmente, chegaram ao refúgio, ali encontrando a hospitaleira, Javier, o peregrino pessimista, e Pedro, que dormia sob cobertas num canto escuro de um dos quartos. Mais tarde, chegou outro peregrino, que havia feito uma longa etapa de cerca de 38 km no dia. As instalações do refúgio eram bem simples, mas o calor humano oferecido pela hospitaleira francesa Marie fez tudo parecer melhor. Estavam cansados, mas, após fazerem seus asseios, saíram para participar da missa na catedral local, dali indo comprar alguns alimentos, para preparar o jantar: sopa, “pasta”, pão e “zumo de melocotón”.
A Maria adoeceu. Primeiro queixou-se de dores nas costas, então fomos ao posto de saúde local, onde uma médica jovem e atenciosa diagnosticou cansaço e dores musculares causadas pelo peso da mochila de Maria. A médica receitou um antiinflamatório e analgésico em comprimidos, repouso e diminuição do peso da mochila. O medicamento foi doado pela própria médica, não sendo necessário comprá-lo. Já de volta ao refúgio, Maria reclamou de resfriado e sentia o corpo febril. Tomou o remédio receitado pela médica. Após o jantar, fiz-lhe uma pequena massagem nas costas, deitou-se e logo dormiu. Acho que chegamos ao limite do corpo. Maria estava esgotada. Fazia muito frio, cerca de 4° C. Então, decidi, sem consultá-la e enquanto tomava estas notas, que no dia seguinte seguiríamos de ônibus até Burgos.

(...)

“Amigo peregrino, tens-te animado a dar uma olhadela neste folheto; pode ser que estejas interessado em orar um pouquinho a sós. À tarde/noite o faremos em comum, mas talvez queiras fazê-lo agora, individualmente...” (Extraído do folheto beneditino “Quieres orar um rato a solas?”, encontrado no Caminho).

Os editores, os autores e seus apoiadores têm a satisfação de convidar você e sua família a conhecer essa obra...

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Fone: (55) (48) 99971.9288

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